O Sertão pernambucano continuará tendo um grande representante na Alepe (Assembleia Legislativa de Pernambuco), que foi reeleito na ultima eleição pelo (PR), o deputado estadual Rogério Leão.

A cerimônia de posse do parlamentar, assim como de todos os demais deputados eleitos e reeleitos, acontecerá nesta sexta-feira (01), às 15h, no plenário Eduardo Campos, na Assembleia Legislativa, em Recife.

Em suas redes sociais, Rogério Leão publicou convite da posse que marca o inicio de mais um mandato de quatro anos para o parlamentar, que tem representado com bastante responsabilidade, compromisso e garra todo o estado pernambucano, em especial, o Sertão.

Rogério Leão é natural do município de São José do Belmonte e tem como principais bandeiras de luta, a concentração de esforços na situação hídrica da Região do Semiárido, focando na construção de pequenas barragens, poços artesianos, sistemas de abastecimento de água nos distritos e comunidades rurais. Bem como, na busca por subsídios para a agricultura familiar.

O parlamentar também visa a descentralização da educação, ao desenvolvimento industrial e comercial e à geração de emprego e renda, entre outras prioridades defendidas por ele durante sua campanha.



*Trajetória política de Rogério Leão

Rogério Leão foi prefeito do município de São José do Belmonte, sua terra natal, por dois mandatos consecutivos, sendo o único até o momento, a conseguir tal feito (2005 a 2012). O parlamentar foi também, Presidente do Porto do Recife (2013 a 2014).

*Perfil parlamentar:

Eleito em 2014, com 44.145 votos e reeleito em 2018, com 40.307 votos, o Deputado Rogério Leão foi Presidente da Comissão de Negócios Municipais durante o primeiro mandato, e está iniciando o seu segundo mandato na Alepe.
parlamentar é graduado em Engenharia Civil pela Universidade de Pernambuco (UPE) e em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Rogério é filho de Pedro Leão Leal (falecido), que foi prefeito do município de São José do Belmonte por duas vezes, tal qual Rogério Leão.

*Conheça algumas das inúmeras ações de Rogério Leão, enquanto Prefeito do município de São José do Belmonte (2005 a 2012):

Durante seus dois mandatos, Rogério Leão trabalhou muito, citamos, a título de exemplos, as construções da estrada que liga São José do Belmonte à divisa com a Paraíba e de uma adutora nos distritos do Carmo e do Jatobá.

Outrossim, é importante frisar também, a conquista de uma agência do INSS, o calçamento e saneamento de mais de 70 ruas, a urbanização do Distrito de Bom Nome e a criação de uma Escola Técnica Estadual.

Bem como, inúmeras outras benfeitorias, as quais alavancaram o progresso na Terra da Pedra do Reino e fizeram de Rogério Leão um dos melhores e maiores prefeitos da história do município, na avaliação de parte dos munícipes, como também, há quem diga que o Leão foi o melhor e maior prefeito, sendo esta, uma avaliação feita pela maioria da população.



*Conheça algumas da inúmeras ações de Rogério Leão, enquanto Presidente do Porto do Recife (2013 a 2014):

Em 2013, Rogério Leão assumiu a Presidência do Porto do Recife, onde focou sua atuação na ampliação da área alfandegada e investiu na área de armazenagem, como também, no aumento do faturamento da empresa, sua gestão é merecidamente reconhecida como uma das que mais proporcionou crescimento ao Porto.

*Conheça as ações do Deputado Estadual Rogério Leão:

-Tenha acesso à página oficial de "ROGÉRIO LEÃO" na ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE PERNAMBUCO, e conheça suas inúmeras ações através de requerimentos, indicações, projetos e emendas, para isso, clique no link abaixo:

(http://www.alepe.pe.gov.br/parlamentar/rogerio-leao/)


-Tenha acesso ao site oficial do PARLAMENTAR "ROGÉRIO LEÃO", acompanhe, compartilhe suas postagens, fotos, vídeos e ações, para isso, clique no link abaixo:

(https://www.rogerioleaope.com.br/)


-Tenha acesso à página oficial de "ROGÉRIO LEÃO" no FACEBOOK, fique por dentro do seu trabalho diário, acompanhe, curta, comente e compartilhe suas postagens, fotos e vídeos, para isso, clique no link abaixo:

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-Tenha acesso à página oficial de "ROGÉRIO LEÃO" no INSTAGRAM, acompanhe, curta, comente e compartilhe suas postagens, fotos e vídeos, para isso, clique no link abaixo:

(https://www.instagram.com/rogerioleaooficial/)

- Clique no link abaixo e seja mais um membro do GRUPO da "FERA DO SERTÃO", "ROGÉRIO LEÃO - DEPUTADO ESTADUAL:

(https://www.facebook.com/groups/grupoaferadosertao/)


Entre, junte-se a inúmeras outras pessoas e seja mais um(a) guerreiro(a) a se engajar na grande luta, para que juntos, possam lutar com "AMOR" e "GARRA" em prol de todos os pernambucanos.


O Deputado Federal Sebastião oliveira (PR), falou sobre saúde e política ao blog Júnior Campos. Com relação à área de Saúde Pública da Capital do Xaxado, Oliveira destacou que "os índices de infestação predial em Serra Talhada são alarmantes. É importante que estejamos atentos para vermos senão estamos com uma infestação."
Na área política, Sebastião comentou que as questões relacionadas ao sucessor do Prefeito Luciano Duque, no pleito de 2020 "é um problema dele [Luciano Duque] é uma dor de cabeça dele, e ele tem que resolver. Agora aqui do lado da oposição, nós temos alguns pré-candidatos, não tanto quanto os dele e vamos fazer um bom debate para chegarmos com um bom candidato para as eleições de 2020", garantiu o deputado.

Além de afirmar que o Brasil não se envolverá num conflito militar na Venezuela, como parece ser o desejo dos Estados Unidos e de Jair Bolsonaro, que bate continência para a bandeira americana, o presidente interino Hamilton Mourão afirmou que o País não tomará nenhuma atitude se o presidente venezuelano Nicolás Maduro decidir prender o deputado Juan Guiadó, que se declarou presidente do país vizinho; "[O Brasil] Só pode protestar; não vai fazer mais nada além disso", declarou.

Além de afirmar que o Brasil não se envolverá num conflito militar na Venezuela, como parece ser o desejo dos Estados Unidos e de Jair Bolsonaro, que bate continência para a bandeira americana, o presidente interino Hamilton Mourão afirmou que o País não tomará nenhuma atitude se o presidente venezuelano Nicolás Maduro decidir prender o deputado Juan Guiadó, que se declarou presidente do país vizinho.

"Só pode protestar; não vai fazer mais nada além disso", declarou Mourão. Antes, ele havia dito que "o Brasil não participa de intervenção, não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos de outros países", contradizendo o presidente Jair Bolsonaro, que em Davos fez um pronunciamento em apoio ao golpe contra Nicolás Maduro.

O Itamaraty divulgou uma nota em apoio a Guaidó logo após o governo dos Estados Unidos, de Donald Trump, ter feito o mesmo. "Brasil reconhece o Senhor Juan Guaidó como Presidente Encarregado da Venezuela. O Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e a paz social voltem à Venezuela", diz o Ministério das Relações Exteriores.

FONTE: Brasil247



A bancada do PT no Senado Federal decidiu, na tarde da quarta-feira (30), indicar o nome do senador Humberto Costa (PE) para liderar o partido na Casa, durante este ano de 2019.
O senador Humberto Costa, reeleito em outubro passado, já havia desempenhado a função de líder do PT nos anos de 2011, 2014, 2015 e 2016, quando, em fevereiro, deixou o posto para assumir a liderança do Governo Dilma. Desde maio daquele ano, é líder do partido no Senado.

Após o lançamento da pré-candidatura e oficialização da candidatura do deputado belmontense, Rogério Leão, para a terceira-secretaria, na última terça-feira (29), algo que teve uma grande repercussão, o mesmo chegou a um entendimento com a deputada Teresa Leitão, nessa quarta (30), com a qual iria disputar a secretaria, e gentilmente, desistiu da disputa.

Diante do quadro, Teresa será candidata única para o cargo na mesa, respeitando a proporcionalidade.

Com a decisão, a presidência, a terceira e a quarta secretarias não serão alvos de disputas na eleição da mesa da Alepe, que acontecerá na próxima sexta-feira (01).

O acordo entre os deputados compreendeu um rodízio entre PT e PR para o próximo biênio, bem como, o compromisso do voto da bancada do PT para Henrique Filho, candidato do PR a uma suplência da mesa.

A conversação entre os deputados Rogério e Teresa foi mediada pelo presidente da Casa, Eriberto Medeiros, deputado que foi eleito no dia 01/08/2018 para substituir Guilherme Uchoa, em decorrência do seu falecimento, obtendo votos de 40 dos deputados. Pela habilidade de Eriberto, a exemplo da exitosa mediação do acordo supracitado, ao que tudo indica, ele continuará presidindo a Alepe.

FONTE: Edmar Lyra - Texto editado pela redação do Blog Belmonte Verdade



No dia de ontem, quarta-feira (30), o deputado Rogério Leão (PR) teve a grata satisfação de receber, em seu gabinete, as visitas do vereador Danúbio Evangelista (PSB) e da sua esposa Maria Rubiele, do município de Sairé, que fica no Agreste do estado pernambucano.

O vereador que acaba de visitar o deputado Rogerio Leão, Danúbio Evangelista Vieira, é natural do município de Bezerros, e foi eleito vereador pelo PSB na coligação, "Unidos somos mais fortes", ocasião em que das 9 (nove) vagas disponíveis naquela Casa Legislativa, o parlamentar ficou na 8ª colocação, conquistando 580 votos, 6,55%.

Apesar de estar apenas iniciando sua trajetória na vida pública, Danúbio já conseguiu um grande marco no início do seu mandato, assumiu a presidência da Câmara de vereadores do município durante o biênio 2017/2018.

Embora Rogério Leão não tenha tido apoio de nenhum líder saireense durante as duas eleições que disputou, o parlamentar, no ano de 2014, conseguiu 11 votos naquele município. Já no ano de 2018, ampliou sua votação e conseguiu 236 votos.



Quem sabe se a visita do vereador Danúbio não seja o prenúncio de uma futura aliança entre ambos, para as eleições futuras. Ou seja, o apoio de Rogério à reeleição do vereador nas eleições de 2020, e o apoio do vereador à reeleição do deputado nas eleições de 2022, para que assim, ambos, ampliem a quantidade de votos.

Por hora, o que sabemos é que a conversa entre os dois foi extremamente importante e proveitosa, algo que através de projetos (pauta da reunião) levará benefícios ao município de Sairé e aos saireenses, tal qual tem levado para vários municípios pernambucanos, desde o primeiro ano de mandato do deputado, mais precisamente, tendo início no ano de 2015.

Igualmente, pelo conhecimento que temos, da disposição, compromisso e garra que o deputado têm, esse trabalho que o mesmo vem desenvolvendo, indubitavelmente, continuará durante todo o seu mandato atual e futuros, que porventura tenha.

"Sairé faz parte de nosso projeto como parlamentar e entendemos que, em conjunto, trabalharemos para melhorar a qualidade de vida daquela população e do município", cravou o deputado Rogério Leão.

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O ex-policial militar Adriano Nóbrega chegou a ser preso por assassinato e hoje está foragido

presidente Jair Bolsonaro criticou em discurso no plenário da Câmara dos Deputados, em 2005, a condenação por homicídio do hoje ex-policial militar Adriano Nóbrega, foragido e acusado de comandar uma milícia na zona oeste do Rio de Janeiro.

Naquela fala, o então deputado federal afirmou que Adriano era um "brilhante oficial" e criticou um coronel que depôs contra o acusado, relatando ao júri o resultado de uma sindicância interna da PM.
"Um dos coronéis mais antigos do Rio de Janeiro compareceu fardado, ao lado da Promotoria, e disse o que quis e o que não quis contra o tenente [Adriano], acusando-o de tudo que foi possível, esquecendo-se até do fato de ele [Adriano] sempre ter sido um brilhante oficial e, se não me engano, o primeiro da Academia da Polícia Militar", afirmou Bolsonaro, segundo registros da Câmara.
Na ocasião, ele relatou ter sido aquela a primeira vez que assistira a um julgamento do Tribunal do Júri. Ele foi deputado de 1991 a 2018, tendo sempre como bandeira a defesa de policiais.
Adriano foi preso preventivamente em 2004 acusado pelo homicídio do guardador de carro Leandro dos Santos Silva, 24. O então policial foi condenado no Tribunal do Júri em outubro de 2005. Neste intervalo, ganhou a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a pedido de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), deputado estadual, senador eleito e filho do atual presidente.


No ano seguinte, Adriano conseguiu em segunda instância o direito a ter um novo julgamento. Foi solto em novembro de 2006 e absolvido em 2007.
O ex-PM depois foi réu num processo sobre tentativa de homicídio, preso duas vezes e expulso da PM. Ao longo de todo esse período, Flávio Bolsonaro manteve a mulher de Adriano, Danielle da Nóbrega, nomeada em seu gabinete. Ele está foragido desde terça-feira, quando foi acusado de comandar a milícia da favela Rio das Pedras.
Ainda em 2005, três dias após a condenação pelo homicídio de Leandro, Bolsonaro fez uma crítica à condenação de PMs "sejam eles culpados ou não".
"É importante saber a quem interessa a condenação pura e simples de militares da polícia do Rio de Janeiro, sejam eles culpados ou não. Interessa ao casal Garotinho, porque a Anistia Internacional cobra a punição de policiais em nosso país, insistentemente. É preciso ter um número xis ou certo percentual de policiais presos. O Rio é o Estado que mais prende percentualmente policiais militares e, ao mesmo tempo, o que mais se posiciona ao lado dos direitos humanos", afirmou ele no plenário.
À época, o Rio de Janeiro era governado por Rosinha Garotinho, e seu marido, Anthony, era secretário da Segurança Pública.


Na mesma fala, Bolsonaro também criticou o coronel Sérgio Meinicke pelo depoimento que deu ao júri no primeiro julgamento. Afirmou que a defesa não conseguiu arrolar como testemunha um outro coronel que elogiaria Adriano.
"Terminado o julgamento, ao conversar com a defesa [de Adriano], fiquei sabendo que ela não conseguira trazer para depor o outro coronel que havia comandado o tenente acusado. Por quê? Porque qualquer outro coronel que fosse depor favoravelmente ao tenente bateria de frente com o coronel Meinicke, e, com toda a certeza, seria enquadrado por estar chamando de mentiroso o colega coronel", disse o então deputado.
"Apesar disso tudo, poderia ter sido discutido o porquê de a defesa não ter podido trazer nenhum outro superior ou comandante de batalhão em que tivesse servido o tenente. E o que serviu para fazer com que os jurados o condenassem por 5 a 2 foi exatamente o depoimento do coronel Meinicke, que falou sobre uma sindicância feita por ele à época", declarou Bolsonaro.
Meinicke foi o responsável pela sindicância interna da PM sobre a morte de Leandro. Procurado pela reportagem, o coronel aposentado não quis comentar o caso.
O então deputado argumentou no discurso que considerava errado o policial que assumiu ter atirado contra Leandro ter sido absolvido e Adriano, comandante da operação, ter sido condenado a 19 anos e 6 meses de prisão.


"O tenente, coitado, um jovem de 20 e poucos anos, foi condenado. Mas não foi ele quem matou, deputada Denise Frossard! Quem matou foi o sargento, que confessou e, mesmo assim, foi absolvido no tribunal do júri", afirmou Bolsonaro.
Bolsonaro mencionou no início do discurso que outros cinco PMs já haviam sido condenados no episódio. Ele, contudo, não comentou a situação dos demais militares.
Após a absolvição de Adriano, Flávio Bolsonaro empregou a mulher do ex-PM em seu gabinete. Ela foi funcionária do filho do presidente de setembro de 2007 até novembro passado. Nesse período, o ex-PM foi preso novamente (sob suspeita de ter participado de um atentado a um pecuarista, como parte da guerra do jogo do bicho no Rio), denunciado e depois expulso da corporação.
Procurada, a Presidência da República não se manifestou sobre o caso. Flávio Bolsonaro afirmou que concedeu a medalha a Adriano mesmo ele estando preso porque ele fora vítima de uma injustiça. "[A injustiça foi] reconhecida com sua absolvição na esfera judicial."
O líder do PSOL na Câmara, Chico Alencar (RJ), vai requisitar eventuais registros de entrada e saída de Adriano na Casa. O objetivo é analisar o nível do vínculo entre o presidente e o ex-policial.
FONTE:  Folhapress


Com uma pauta bem movimentada, a Amupe fará a sua primeira Assembleia de 2019, no próximo dia 05 de fevereiro a partir das 9h, na sede da Instituição, Avenida Recife-6205, com a presença do Governador Paulo Câmara e secretariado. O Governador vai anunciar aos prefeitos o calendário de medidas de sua gestão para os municípios. Também presente o presidente da CNM Glademir Aroldi que vai mostrar aos prefeitos as prioridades da pauta municipalista em negociação com o Governo Federal.
Consta na programação a eleição com chapa única, para o biênio 2019/2021, encabeçada pelo prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, atual presidente da Amupe, a prefeita de Surubim Ana Célia Farias, na vice-presidência e João Batista, tesoureiro, para mais um mandato.
A Assembleia conta ainda com a palestra de Francis Lacerda do IPA, que aborda o tema sobre a repercussão das mudanças climáticas e a seca no nosso Estado.

Na ocasião a Amupe fará uma justa homenagem ao professor e Dr. Fernando Figueira, fundador do IMIP, que se vivo fosse completaria 100 anos no dia 04 de fevereiro. Na sua trajetória de vida, Figueira deixou como herança um dos maiores legados da medicina brasileira e uma lição de vida dedicada aos mais pobres, aos princípios da solidariedade, fraternidade e respeito ao ser humano, assim como uma imensa dedicação ao ensino e à produção científica.
O presidente da Amupe, José Patriota disse que os gestores não poderiam deixar de lembrar desta personalidade marcante, um exemplo para as futuras gerações de médicos. Uma vida rica em ações e por isto a homenagem da Amupe ao fundador do IMIP e outras instituições de igual importância, como a Fundação de Saúde Amaury de Medeiros (FUSAM), Laboratório Central de Pernambuco (LACEN), Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (CISAM), Centro de Oncologia da Faculdade de Ciências Médicas (CEON), Centro de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (HEMOPE.
Patriota ressalta a importância do evento convocando os gestores a participar das discussões municipalistas com a presença do Governador Paulo Câmara, o presidente da CNM Glademir Aroldi e secretários do Governo.
FONTE: Blog do Finfa


Em visita ao local onde se rompeu a barragem da Vale em Brumadinho (MG) na última segunda-feira (28), a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, anunciou que o seu partido vai propor a criação de uma CPI das Mineradoras na Câmara dos Deputados com o intuito de evitar tragédias semelhantes e punir os responsáveis

Durante a visita, a dirigente petista manifestou perplexidade diante do tamanho do estrago causado pela mineradora Vale do Rio Doce.  
Para a presidenta do PT, é urgente a necessidade de o poder público abrir uma ampla frente de investigação para que a catástrofe causada no interior mineiro (três anos após o acidente de Mariana) não se repita. 
É muito importante que se tome providências contra a empresa por meio do poder público para que estas barragens tenham seguranças. Por isso é importante também fazer uma CPI. Precisamos saber o que está acontecendo e a forma como iremos atuar. A empresa precisa ser responsabilizada por isso”, avaliou Gleisi. 
De acordo com Gleisi, o que mais preocupa é que acidentes como estes podem acontecer novamente a qualquer momento na mesma região.


Há um relatório em que 50 barragens são consideradas de risco e que podem se romper. Esta de Brumadinho não estava nesta lista. E são milhares de pessoas que estão ao entorno dessas barragens”, afirmou a dirigente do PT. 
O PT quer expressar toda solidariedade e se colocar à disposição para ajudar as famílias que viviam aqui. Estamos em conversas com o MAB (Movimento dos Atigindos por Barragens) e por meio deles estamos vendo como podemos ajudar neste momento tão difícil”, antecipou Gleisi.   
O MAB é um dos responsáveis pela campanha de arrecadação de fundos para as vítimas de Brumadinho que mobilizou pessoas do Brasil inteiro para o envio de alimentos, roupas e outros itens de primeira urgência. 
A presidenta também aproveitou para elogiar e agradecer o trabalho de todos que estão se dedicando  no resgate dos corpos.  
Também participaram da comitiva a Brumadinho os deputados Paulo Pimenta, Paulo Guedes, Rogério Correia e Margarida Salomão.


Primeiro foi a Folha. Depois Globo e Veja. Agora é a vez do Estadão declarar guerra ao clã Bolsonaro em pesadíssimo editorial do domingo (27)

O jornalão paulistano cobra explicações do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) sobre o “rachid” — ou rachadinha — com os salários de funcionários na Assembleia Legislativa do Rio e do suposto envolvimento do filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) com as milícias que teriam assassinado a vereadora Marielle Franco (PSOL).

O escândalo do clã Bolsonaro envolve agora as terríveis milícias do Rio, grupos de extermínio formados por ex-policiais travestidos de justiceiros – que foram seguidamente homenageados por Flávio e Jair Bolsonaro”, diz um trecho do editorial do Estadão.
A velha mídia rompeu com Bolsonaro após ajudá-lo a chegar à Presidência da República, criminalizando e desconstruindo o candidato do PT Fernando Haddad na campanha passada.


No início deste mês, Jair Bolsonaro disse que iria acabar com a “mamata” dos veículos de comunicação que não se alinhassem com os ideais de extrema-direita do governo. Ou seja, só receberão verbas publicitárias aqueles que falarem bem de suas ações.
A princípio, toparam o jogo de Bolsonaro as emissoras SBT, Bandeirantes e Record que passaram a ter acesso a fontes antes exclusivas à Globo, Veja, Estadão e Folha.
Se esses veículos preteridos dos caraminguás oficiais discordam da pauta moral do governo de Bolsonaro, eles têm avença com a política de massacre aos direitos dos trabalhadores e dos mais pobres, fim das aposentadorias, dilapidação do patrimônio público e violência contra países vizinhos como a Venezuela.
Portanto, a velha mídia continua golpista e mantém uma espécie de unidade e luta, amor e ódio com o fascismo do clã Bolsonaro.

A presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, produziu um dos mais virulentos artigos contra Jair Bolsonaro e seu clã e, por tabela, sobrou também para Sérgio Moro
Gleisi, a exemplo de todo o país, cobra explicações dos Bolsonaro sobre depósitos suspeitos na conta do senador eleito Flávio Bolsonaro e aponta a gravidade do envolvimento do clã com as milícias cariocas.
Um país agredido por mentiras e acuado por milícias 
Sérgio Moro e Jair Bolsonaro têm muito a explicar ao país. Arautos da moralidade e ferrenhos defensores do combate ao crime e à violência, estão enredados por um governo que começa a ser a tradução linear do que se propuseram a combater.

Os fatos divulgados são pródigos em evidências. A família Bolsonaro não consegue explicar depósitos suspeitos em contas correntes, cujas origens e destinações são duvidosas. Tudo leva a crer num esquema de desvios de contas salariais de funcionários laranjas e transações mal explicadas de imóveis. O resultado foi um aumento patrimonial pouco compatível com a remuneração legal do clã.
Soma-se a isso o esforço de abafar as investigações e o requerimento de foro privilegiado do filho acusado.
Esses fatores já seriam graves por si só. Mas vêm acompanhados da denúncia do envolvimento dos Bolsonaro com as milícias cariocas, com contratação de parentes de chefes do escritório do crime no Rio de Janeiro. Além de homenagens do parlamentar aos milicianos e manifestações formais de apoio à sua atuação. Está neste rol um dos presos pela suspeita dos assassinatos de Marielle e Anderson.


Sérgio Moro, que não encontrou nenhum depósito na conta de Lula, de Marisa ou de seus filhos, que foi Leão nas investigações e acusações contra o PT, que fez shows pirotécnicos na condução coercitiva de Lula e em prisões de filiados do PT, que impediu Lula de ser ministro e depois condenou-o à prisão pra impedi-lo de ser candidato a presidente, está um gatinho com a família Bolsonaro, a quem deve seu posto no governo.
Até agora não emitiu sequer opinião sobre o que acontece. É evasivo nas respostas, faz cara de paisagem, como se nada tivesse com a situação que o rodeia. Abrandou o discurso contra a corrupção e não se colocou contra o fim da Lei de Acesso à Informação, implantada no governo petista, nem contra as tentativas do Banco Central de afrouxar as regras de controle da lavagem de dinheiro e da retirada de parentes de políticos de uma lista de monitoramento, além de limitar a investigação do COAF. Fico imaginando se isso tivesse acontecendo em um governo do PT…
E o crime, como vai enfrentar? Começará pelas milícias já identificadas no Rio de Janeiro? Logo devem aparecer as de São Paulo e outras ramificações. Vai fazer coro com a exaltação de criminosos que resolvem vender serviços matando a esmo? É repugnante a situação.
Agora, começa a ficar clara a real intenção de Bolsonaro para facilitar a posse de armas. Medida apoiada e defendida por Moro. Como se defender desta ação paramilitar que começa a tomar conta do Estado e caminha para a institucionalidade. É muito compreensível a decisão de Jean Wyllys de ir embora. Recorrer a quem?!
Os dois arautos da moralidade e da segurança, que representando forças e interesses poderosos da economia e das elites brasileiras trouxeram o país a esta situação, têm o dever moral e público de falar sobre os fatos. A história é impiedosa com os que mentem e perseguem.

Bono Vox, vocalista da banda U2, desconversou ao ser questionado por jornalistas sobre o governo Bolsonaro, nesta quinta-feira (24), na porta do hotel em que está hospedada a comitiva brasileira em Davos: "Não vamos nem começar porque senão não vou parar nunca"

Bono Vox, vocalista da banda U2, desconversou ao ser questionado por jornalistas sobre o governo Bolsonaro, na última quinta-feira (24), na porta do hotel em que está hospedada a comitiva brasileira em Davos: "Não vamos nem começar porque senão não vou parar nunca", informa a Folha de São Paulo.
Bono Vox participou de um almoço promovido pelo jornal Washington Post que ocorreu na programação paralela do Fórum Econômico Mundial.
FONTE: Brasil247