Auxílio emergencial pode ser direcionado a famílias com renda de R$ 600 por pessoa

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O auxílio emergencial poderá ter o limite de renda per capita ampliado para R$ 600 com a renovação do benefício, segundo publicação do jornal O Globo. O desejo seria do próprio Governo Federal, e a mudança no critério, caso ocorra, pode alcançar trabalhadores que não se enquadram no Bolsa Família.


Ainda assim, a mudança não significa mais pessoas beneficiadas na nova fase. Até o momento, a expectativa é de que o novo auxílio seja concedido a 40 milhões de pessoas, sendo 20 milhões delas cobertas pelo Bolsa Família e outros 20 milhões de trabalhadores informais.


Os critérios para conceder o valor também devem ser aprimorados nessa etapa. Dessa forma, para garantir que pessoas não consideradas vulneráveis tenham acesso, será realizado um cruzamento de informações disponibilizadas em bancos de dados oficiais.


Quem deve receber o benefício?


De acordo com técnicos do Ministério da Cidadania, o número de 40 milhões de pessoas focalizadas na renovação do auxílio é considerado a melhor radiografia da população mais necessitada. Parte dos dados dessas pessoas foram colhidos pelo Cadastro Único, que contém informações de quase 128 milhões de pessoas.


Essas pessoas devem receber o valor, ainda segundo o Governo, por não possuírem meios para obtenção de renda durante a crise gerada pela pandemia de Covid-19, que tem afetado o país desde 2020.


Para avaliar quem receberá, um dos critérios utilizados será a renda trimestral e semestral, considerando como o rendimento de muitas famílias varia de acordo com os meses.


De quanto será o auxílio?


O valor do novo auxílio emergencial ainda não foi definido. Entretanto, especula-se que vários cenários já estejam sendo considerados. Entre eles, a hipótese do pagamento de três ou quatro parcelas de R$ 200, R$ 250 e R$ 300.


Já o pagamento da cota dupla para mães chefes de família ainda não está garantido. Ainda segundo a publicação do O Globo, ele depende da margem alcançada em meio as discussões com o Congresso Nacional para definir o orçamento.


FONTE: Expresso do Sertão

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