O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou, nessa segunda-feira (20), através do Promotor de Justiça em exercício cumulativo, Jouberty Emersson Rodrigues de Souza, que o prefeito de São José do Belmonte, Romonilson Mariano, dê ampla publicidade a todos os atos relativos à destinação da verba pública do acordo do pré-sal sancionado em dezembro de 2019.

O acordo prevê a transferência de R$ 5,77 bilhões para todos os estados e municípios do país. O montante é resultado do chamado “megaleilão” da cessão onerosa do pré-sal, ou seja, áreas de reserva de petróleo cedidas para exploração pela União em troca de uma determinada quantia.

No caso de Pernambuco, foi transferida a soma de R$ 508.000.000 para o Estado e seus municípios. São José do Belmonte recebeu R$ 1.281.514,83.

Na recomendação, foi ressaltado que o princípio da publicidade é um vetor fundamental do Estado Democrático de Direito. Assim, dar conhecimento de atos administrativos ao público em geral é de fundamental importância para a transparência e a consequente permissão do controle social dessas ações.

Desse modo, o MPPE recomendou que o município em questão publicize como essa quantia será disponibilizada, de forma acessível a toda população, nos mais diversos meios de comunicação, como no site da prefeitura e em suas sedes, em seus portais da transparência, em rádios, blogs, etc. O MPPE recomendou ainda um prazo de 30 dias para a comprovação do cumprimento dessa questão.

A recomendação de nº 001/2020 de São José do Belmonte foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do MPPE dessa terça-feira (21) e, caso o prefeito Romonilson Mariano, com base no art. 5º, parágrafo único, IV, da Lei Complementar Estadual nº. 12/94, com suas posteriores alterações e, art. 27, parágrafo único, IV, da Lei Federal nº. 8.625/93, não adote as medidas necessárias no sentido de dar AMPLA PUBLICIDADE a todos os atos concernentes à destinação da verba pública, em questão, de forma acessível a toda a população de SÃO JOSÉ DO BELMONTE/PE, nos mais diversos meios (sítio da prefeitura, portal da transparência, rádios, blog's, átrio da sede da prefeitura, etc.), devendo apresentar a comprovação do cumprimento da providência retro, no prazo de 30 (trinta) dias, o mesmo ficará sob pena de incorrer na prática de ato de improbidade administrativa, acima mencionado, sob a égide da Lei nº 8429/92.

Confira a íntegra da recomendação (imagem abaixo) ou clicando nesse link (RECOMENDAÇÃO n.º 001/2020MPPE-ARQUIMEDESAuto nº 2020/19324Doc. nº 12155244).




O Secretário de Governo do município de Parnamirim, no Sertão Central do Estado de Pernambuco, Waldir Jorge, vem através desse veículo de comunicação, enaltecer o nome de Edelcian Araújo Miranda, conhecido popularmente como Cian e, na oportunidade, destaca o trabalho que o ex-suplente de vereador e ex-secretário de Agricultura, na gestão anterior, tem realizado, prestando relevantes serviços à população, tanto no período em que esteve residindo no município, em especial, atualmente, morando no município de Petrolina.

"Cian tem demonstrado uma grande preocupação com os parnamirinenses e, mesmo morando em outro município, sempre tem buscado ajudá-los de alguma forma, com marcações de consultas, exames, aquisição de medicamentos, entre outros benefícios, conseguidos no município de Petrolina”, destacou o Secretário.

Formado em agronomia, além de ter sido suplente de vereador e Secretário de Agricultura no município de Parnamirim, foi também, Presidente da Comdec e, atualmente, morando em Petrolina, Cian é presidente da Amapetro (Associação dos motoristas de aplicativos de Petrolina) e articulador político do vereador petrolinense, Ruy Wanderley.

"Para nós, parnamirinenses, é um grande orgulho saber que temos um conterrâneo, determinado, competente e que tem amor ao próximo, que está prosperando em outro município, e tendo todas as condições de contribuir com o engrandecimento daquela terra, ajudando a população nas mais diversas áreas e, tendo, também, o grande interesse de ajudar os seus conterrâneos, numa grande demonstração de que não esquece jamais as suas raízes", destacou Waldir.

"Quero, em nome de todos os parnamirinenses, agradecer ao amigo Cian, esse homem de Deus, esse homem do bem, por tudo o que tem feito e está fazendo pelo nosso povo, mesmo morando um pouco distante, tendo outras tantas atribuições e milhares de pessoas para ajudar, mas nunca, jamais, se negou em prestar ajuda a qualquer parnamirinense que o tem procurado. Por fim, gostaria de desejar uma boa sorte ao amigo, agora, junto dos nossos queridos irmãos petrolinenses, um povo hospitaleiro, acolhedor, receptivo e trabalhador, de uma cidade linda, exuberante e maravilhosa, que, sem dúvidas, é referência no nosso Estado e no País", ressaltou.


Da Redação


Antigas diferenças políticas opõem o sobrinho João e o tio Antônio na política pernambucana

O núcleo de uma das mais tradicionais famílias da política brasileira vive uma briga fratricida. Os atritos superaram o terreno privado do clã Campos-Arraes e a lavação de roupa suja se tornou pública. Antigas diferenças políticas se converteram em um fogo cruzado que é influenciado pela polarização nacional e se volta até mesmo contra o legado do seu quadro mais proeminente, o ex-governador Eduardo Campos, morto em acidente aéreo na campanha presidencial de 2014.

As divergências alcançaram outro patamar depois que o deputado federal João Campos (PSB-PE), filho de Eduardo, atacou o tio, o advogado Antônio Campos, o Tonca, em dezembro passado, na Câmara dos Deputados. Em reunião da Comissão de Educação, o ministro da área, Abraham Weintraub, lembrou ao parlamentar que Antônio contribui com o governo que ele critica porque é presidente da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj). "Eu nem relação tenho com ele, ministro. Ele é um sujeito pior que você", retrucou o deputado, em referência ao tio.

Tão duro quanto o tom foi a forma. Em Pernambuco, "sujeito" pode não significar meramente uma pessoa indeterminada, mas alguém desqualificado socialmente. Nos bastidores, políticos da região disseram que essa expressão pesou mais do que qualquer coisa porque chamar alguém de sujeito, naquele Estado, equivale quase a um palavrão.

Mãe de Eduardo Campos, a ministra do Tribunal de Contas da União (TCU) Ana Arraes comprou a briga do filho e repreendeu o neto publicamente, numa rara entrevista concedida ao jornalista Magno Martins, na Rede Nordeste de Rádios, no início do mês. Disse ter ficado "entristecida" e "indignada" com a "má educação" e com a "prepotência" do neto, com quem parou de falar.

Ministra do TCU Ana Arraes defende filho Antônio e parou de falar com o neto João
O presidente do TCU, José Múcio Monteiro, interferiu na tentativa de atuar como uma espécie de bombeiro. Amigo de Ana Arraes e também pernambucano, Múcio disse a Antonio e a João Campos, em conversas separadas, que era melhor serenar os ânimos porque em briga de família não há vencedores. Todos perdem, concluiu. Os conselhos, porém, não adiantaram. No rodízio do tribunal, Ana substituirá Múcio na presidência da Corte, no próximo ano.

Antes mesmo de a mãe tomar partido no conflito, Antônio Campos havia soltado uma nota por meio da qual acusava o sobrinho de ter sido "nutrido na mamadeira da empresa Odebrecht". Antônio disse, ainda, que Pernambuco precisava conhecer o "lado obscuro" do sobrinho e da viúva de Eduardo, Renata Campos. João é considerado um representante da "nova política", ao lado dos deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES).

'Quis se mostrar para nova namorada'

Ao Estado, Antônio admitiu que a confusão não é boa para a família, mas continuou com as críticas e provocou o sobrinho. "Ele quis se mostrar para a sua nova namorada, a deputada Tabata Amaral", disse o tio. "Foi um ataque gratuito porque estava fora do contexto. Fui o homem que mais defendeu o pai dele, inclusive no complexo caso dos precatórios, em que Eduardo teve denúncia rejeitada pelo Supremo Tribunal Federal. E, hoje, eu o vejo abraçado e defendendo vários que chamavam o pai dele de ladrão. Não consigo entender."

O PSB de João Campos atua no espectro da esquerda. Antônio, por sua vez, é crítico dos petistas e de alianças com o partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Vejo o governo Bolsonaro saneando muita coisa errada feita na era PT. O Brasil precisava virar essa página, que a coragem de Bolsonaro tem realizado. Tenho mais convergências do que divergências com o presidente", disse o advogado.

Políticos próximos de João Campos admitem que os dois lados da família saem perdendo com a briga, mas contam que as divergências são antigas. Tonca não tem boa relação com o núcleo de Eduardo desde antes de 2014. Mas, como o ex-governador emprestava sua habilidade política para apaziguar os ânimos, o clã permanecia unido.

O que não era tão ruim piorou em 2016, quando Antônio quis disputar a prefeitura de Olinda. Perdeu no segundo turno e se queixou da falta de apoio do PSB, além da suposta influência da viúva Renata contra ele. Na avaliação do irmão de Eduardo Campos, o seu crescimento político não interessava a uma parte da família e, por essa razão, ele teria sido alvo de isolamento e de perseguições.

Após a morte de Eduardo, o clã entrou em disputa pelo espólio eleitoral dele e do avô paterno, o ex-governador Miguel Arraes, o "Pai Arraia", como o patriarca da família era conhecido na Zona da Mata. O PSB tratou de capitalizar, fazendo um esforço robusto para lançar João Campos e, mais do que isso, dar ao filho de Eduardo uma votação expressiva. Na eleição de outubro, por exemplo, ele é o favorito do grupo para suceder Geraldo Júlio (PSB) na prefeitura do Recife.

"A seção pernambucana é, sem dúvida, a mais forte do nosso partido. Por isso, penso que a situação do PSB em Pernambuco é muito boa e tem o candidato mais competitivo à prefeitura da capital, o deputado João Campos", disse o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira. "No tocante a eventuais problemas familiares, não me compete falar. Eles devem ser separados da política e tratados no âmbito apropriado."

Outros integrantes da família, no entanto, também se veem no direito de recorrer à memória de Eduardo e de Miguel Arraes. No Recife, a também deputada federal Marília Arraes, do PT, prima de João em segundo grau, quer entrar na corrida eleitoral deste ano. Além disso, a própria Ana Arraes não descarta abrir mão da cadeira no TCU para disputar o governo de Pernambuco, em 2022. Procurados, Ana, João e Renata Campos não se manifestaram. Marília Arraes, por sua vez, enviou nota na qual disse que a briga pública dos parentes é algo que não lhe diz respeito.

Para lembrar: a disputa por Recife

A disputa pela prefeitura do Recife na eleição municipal deste ano também deve colocar em lados opostos os dois principais herdeiros políticos do ex-governador Miguel Arraes, que morreu em 2005, como mostrou reportagem do Estado publicada em dezembro. O deputado federal João Campos (PSB), de 26 anos, foi escolhido pelo partido disputar a capital pernambucana. Sua principal adversária, no entanto, é a também deputada Marília Arraes (PT), 35 anos, que é neta de Arraes e prima de segundo grau de João. Essa disputa familiar só não deve ocorrer se o PT mantiver aliança com o próprio PSB no Estado e 'rifar' a candidatura de Marília para apoiar João.

FONTE: Terra.com


O vereador Evandro Gonçalves participou, no último sábado (19), do 24° Aniversário do Grupo AA, em São José do Belmonte, que ocorreu na Escola Professor Manoel de Queiroz,  onde também estiveram presentes os Padres Ailton e Renato; o Pastor Francisco, representando a 1° Igreja Batista;  a professora Maria Cavalcante; a Psicóloga Ana Regina;  representantes da Coordenação do AA de Pernambuco e vários membros de  cidades vizinhas.

Na ocasião, o vereador destacou o papel do AA na recuperação dessas pessoas e o apoio que tem dado à sociedade, onde a irmandade não resgata apenas as pessoas, mas suas almas, ao tirá-las da sarjeta, dando-lhes ânimo novo para vencer a cada dia suas batalhas, e o AA vai onde o poder público, muitas vezes, não tem chegado.

"Parabenizo o amigo Zé Ivan, Nivaldo, Cícero e os demais que fazem do AA de São José do Belmonte, por mostrar a sua sensibilidade e convidar a sociedade para esse momento festivo, e principalmente, por nos dar a oportunidade de ouvir de alguns membros do AA,  suas lutas diárias, mas principalmente, ouvir suas vitórias ao evitar a cada dia o primeiro gole, que é o primeiro passo para conviver com essa doença", destacou Evandro.

Alcoólicos Anônimos é uma comunidade internacional de mulheres e homens de todos os níveis da sociedade, que se reúnem para alcançar e manter a sobriedade duradoura, juntos. Tudo iniciou em 1935, em um encontro casual. Foi fundada por dois homens, sendo um deles o ex-contador da bolsa de valores dos Estados Unidos, William Griffith Wilson, também conhecido como Bill Wilson, já o outro, foi um médico cirurgião e cofundador do grupo Robert Holbrook Smith, conhecido como Dr. Bob. Atualmente, existem mais de 117 mil grupos de Alcoólicos Anônimos, em 180 países.                                       
Alcoólicos Anônimos é uma Irmandade de homens e mulheres que compartilham, entre si, suas experiências, forças e esperanças a fim de resolver seu problema comum e ajudar os outros a se recuperarem do alcoolismo.                                                                      
O único requisito para se tornar membro é o desejo de parar de beber. Para ser membro de A.A., não há taxas ou mensalidades, sendo autossuficientes, graças às próprias contribuições. A.A. não está ligada a nenhuma seita ou religião, nenhum movimento político ou instituição, não deseja entrar em qualquer controvérsia, não apoia nem combate quaisquer causas.





O município de São José do Belmonte, governado pelo prefeito Romonilson Mariano, amarga mais um índice ruim, dentre tantos, mostrando que a cidade está indo na contramão, em comparação às ações e índices de outras gestões passadas. Dessa vez, foi no quesito contabilidade, ou seja, no índice de Convergência e Consistência dos Municípios de Pernambuco (ICCPE), relativo ao ano de 2019, obtido a partir do mais recente levantamento realizado nos demonstrativos contábeis dispostos na prestação de contas do exercício de 2018 dos 184 municípios pernambucanos.

Num breve e rápido comparativo do índice atual com os índices dos dois últimos anos que antecederam a gestão do atual prefeito, em 2016 - com dados obtidos a partir de levantamento realizado nos demonstrativos contábeis dispostos na prestação de contas do exercício de 2015 - a pontuação do município foi de 153, sendo a máxima de 294, obtendo o percentual de 78,87% e o Nível de Convergência e Consistência foi "MODERADO" [VEJA DADOS AQUI].



Já em 2017 - com os dados obtidos a partir de levantamento realizado nos demonstrativos contábeis dispostos na prestação de contas do exercício de 2016 - o município teve a pontuação de 180,5, sendo a máxima de 266, obtendo o percentual de 71,39% e o Nível de Convergência e Consistência também "MODERADO" [VEJA DADOS AQUI].



Indo completamente na contramão e num total retrocesso e desgoverno, no ano de 2019 - com os dados obtidos a partir de levantamento realizado nos demonstrativos contábeis dispostos na prestação de contas do exercício de 2018 - o município teve a pontuação de 212,5, sendo a máxima de 375, obtendo o percentual de 56,67% e o Nível de Convergência e Consistência no governo Romonilson Mariano mudou drasticamente de "MODERADO" para "INSUFICIENTE", a segunda pior nota [VEJA DADOS AQUI].




O Índice de Consistência e Convergência Contábil (ICCpe) é um levantamento realizado com o objetivo de verificar o nível de cumprimento das regras de contabilidade pública, no tocante ao grau de convergência e consistência exigidos, conforme preconiza o art. 12, parágrafo único da Portaria - STN 634/2013 c/c o art. 51 da LRF por parte das 184 prefeituras do Estado. 

METODOLOGIA - A elaboração do ICCpe leva em consideração critérios como estrutura e forma de apresentação dos balanços orçamentário, financeiro e patrimonial, demonstrações das variações patrimoniais, fluxo de caixa, consistência dos saldos de balanços, entre outros. Para cada prestação de contas é calculado um índice, que varia entre 0 e 194 pontos. De acordo com o valor obtido, os municípios são enquadrados em cinco níveis de convergência e consistência contábil, sendo eles, DESEJADO, ACEITÁVEL, MODERADO, INSUFICIENTE e CRÍTICO.

Pois bem, amigos leitores belmontenses, vale ressaltar que essa não é a primeira nota ruim que o município recebe, sob a administração do gerente municipal, Romonilson Mariano, como deseja ser chamado, e que está conduzindo o município de São José do Belmonte aos piores patamares, dando prioridade apenas à propaganda enganosa e marketing, nas redes sociais, haja vista o município ter alcançado, além do supracitado - dentre tantos índices ruins - o Índice de Gestão Educacional Ineficiente, no Ensino Fundamental, também no exercício de 2018 [relembre].



O deputado estadual Rogério Leão participou, na manhã desta quarta-feira (15), da Solenidade de Posse do novo Coordenador Estadual do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas em Pernambuco, o evento aconteceu na sede da entidade no bairro da Tamarineira, em Recife. A Autarquia Federal desenvolve ações no semiárido do Nordeste e Norte de Minas Gerais.

Rogério Leão salientou a importância da autarquia para Pernambuco e principalmente para o Sertão. "Mais uma porta aberta. Esta entidade tem um importante papel para o desenvolvimento hídrico regional, em especial para o Sertão. Temos um olhar preocupado para a escassez dos recursos naturais, principalmente da água no interior do Estado e, nosso trabalho tem este tema como prioridade", disse o parlamentar.

Para o novo coordenador, o engenheiro Marcos Alberto de Araújo Leão Filho, que foi uma indicação do deputado federal Sebastião Oliveira, os desafios de combate aos efeitos da seca são intensos. "A seca traz efeitos devastadores para a população e para as regiões atingidas. Ações como a perfuração de poços, a construção de barragens, as instalações de rede hidrométrica, são atividades pioneiras e naturais do DNOCS e que trataremos com especial atenção", pontuou.

O diretor geral do DNOCS, Rosilônio Magalhães, assinou o Termo de Posse diante do diretor de infraestrutura hídrica, Roberto Otto, de funcionários da autarquia, amigos e familiares do novo coordenador.




Da AsCom - Deputado Estadual Rogério Leão
Fotos: Genarks Oliveira



Na manhã da última sexta-feira (10), a redação do Blog recebeu uma  denúncia, via mensagem WhatsApp, de uma paciente do TFD (Tratamento Fora de Domicílio), que todas as semanas necessita deslocar-se à Capital pernambucana para tratamento de saúde. No seu teor, a insatisfação da mesma e em anexo, uma imagem, para mostrar a grande falta de respeito do gestor municipal para com os pacientes, ao permitir que os mesmos fossem conduzidos em um micro-ônibus, ao invés de um ônibus, como sempre acontecia.

O que é de causar espanto é que pessoas que fazem parte da gestão municipal enchiam o peito ao comentarem em redes sociais à respeito das viagens Belmonte/Recife e Recife/Belmonte, e até mesmo o próprio prefeito, em entrevista entrevistas concedidas a rádios, sempre dizendo que nesse quesito não existia falha alguma, pois para o transporte de pacientes e acompanhantes, o município mantinha um ônibus exclusivo de 46 lugares, novo e moderno, que viaja à Recife duas vezes por semana.

Ora, então cadê esse dito ônibus? Pois os acompanhantes e pacientes, muitos destes sendo cirurgiados, tendo braço quebrado, indo para realizar procedimentos cirúrgicos e exames que necessitam de conforto em viagens, não podem ser submetidos a situação tão constrangedora, num transporte tão pequeno, apertado e sem as mínimas condições de acomodação e conforto.

"Meu Deus, que situação. Um desconforto total para os pacientes do TFD. A gente ter que viajar para Recife em um micro-ônibus. Pessoas cirurgiadas, braço quebrado. Meus Deus, que situação mais triste. Fiz uma ressonância magnética, um exame doloroso, e ter que ir e voltar nessas condições, ninguém merece", reclamou uma paciente do TFD.

O que sabemos, e tanto os pacientes, acompanhantes e toda a população belmontense tem que ter conhecimento e deve, principalmente, cobrar da gestão municipal, é que existe uma empresa contratada através do Empenho Nº 0000256, de 14/03/2019, a propósito, muito bem paga para fazer uma ótima prestação de serviço ao TFD, pelo menos, segundo a licitação que consta no Site da Prefeitura mostra que a empresa recebe mensalmente o valor de quase R$ 50 mil, teve um valor empenhado de 930.852,00, e recebeu, como consta no Site Tome Conta, até o dia 20/11/2019, o valor de R$ 288.640,00.




Será que a Prefeitura está inadimplente com a empresa, tal qual está com os estudantes do Programa Bolsa estudantil, e assim como atrasou o pagamento dos servidores municipais referente ao mês de dezembro 2019, só vindo a efetivá-lo no último dia 7 e, por isso, a viagem teve que ser realizada num micro-ônibus, transporte específico para condução dos pacientes do TFD que fazem hemodiálise em Salgueiro e Barbalha, e não para viajar para Recife?

Em consulta realizada pelo Blog no Site Tome Conta, constam os pagamentos referentes a 8 meses do ano de 2019, de abril a novembro, já que o empenho foi realizado no mês de março e não podia ser efetivado pagamento, porém, lá no Site não consta pagamento referente ao mês de dezembro, assim, queremos acreditar que seja devido a inadimplência com a empresa que o ônibus deu lugar ao micro-ônibus na ida a Recife na última semana, não é, Sr. prefeito?



O que sabemos, de fato, é que existe, em demasia, as faltas de compromisso, respeito, responsabilidade, zelo e amor do gestor e de parte de sua equipe para com a população, isso sim, algo que nas gestões passadas tínhamos de sobra!!!



Na manhã desse domingo (5), a redação do Blog foi procurada, por diversos estudantes belmontenses, que fazem curso Superior no município de Serra Talhada, através de ligações telefônicas e mensagens via WhatsApp, para informar que o repasse do Bolsa Estudantil, que possui mais de 200 beneficiários, está em atraso, há dois meses, fazendo com que alunos e pais fiquem endividados para pagar o veículo que os levam à cidade vizinha.

Pois bem, como se já não bastasse estar em atraso com os servidores municipais, que até esse exato momento ainda não receberam o pagamento referente ao mês de dezembro de 2019, pra comprovar a falta de sensibilidade, respeito e compromisso do prefeito Romonilson Mariano para com os estudantes, não houve o depósito da Bolsa que é prevista em Lei Municipal n° 1151, em vigor desde 2015 e que, segundo os alunos, o atraso tem sido constante.

Segundo o que nos foi repassado, os alunos pagam à empresa de transporte todo dia 5 e, caso não cumpram, à risca, o compromisso na data exata, o valor é cobrado com juros, fazendo com que os mesmos se sacrifiquem. 

O valor da Bolsa, que é pago pela Prefeitura, é de apenas R$ 80,00 e, pasmem, sempre atrasa, está bastante defasado, sem ter tido, desde 2015, época em que a Lei foi criada, nenhum reajuste. Porém, inicialmente, o contrato da empresa de ônibus era de R$160,00 e, hoje, é de R$200.00 o que corresponde a um aumento de 25%.

É importante que o poder público municipal se sensibilize com a situação dos estudantes e possa sanar esses atrasos que se tornaram constantes.


Lamentavelmente, o gestor de São José do Belmonte, Romonilson Mariano, mais uma vez acaba de descumprir a promessa feita de que os servidores municipais teriam seus respectivos pagamentos antes do término de cada mês.

Pois bem, além de os servidores não terem visto, sequer, um só centavo nas suas contas até o final do mês de dezembro de 2019, também, não viram até o início desta sexta-feira, dia 3 de janeiro de 2020. Ressaltando que o período de virada de ano é típico e propício para que todos usem parte dos seus pagamentos para fazer compras de presentes, organizar confraternizações, realizar passeios, entre outras coisas mais que eles têm direito.

Durante todo o período de campanha eleitoral, em 2016, e também durante os poucos mais de 3 anos de mandato, o prefeito Romonilson Mariano enchia a boca ao usar microfones de rádios, em entrevistas, e as páginas do site oficial da prefeitura e dos blogs por ele comandados, dizendo que os salários seriam sempre pagos dentro do mês trabalhado, por ser  esta uma das prioridades do seu governo. Como podemos relembrar os comentários abaixo feitos pelo próprio prefeito:



Como percebe-se nas imagens acima, mais uma promessa acaba de ser descumprida pelo prefeito que a cada dia prova o seu total descompromisso e falta de respeito com os servidores e com toda a população belmontense, mostrando que suas palavras e promessas não merecem tanta confiança e credibilidade.



O fato é que, hoje, sexta-feira, dia 3 de janeiro do ano de 2020, estamos nos deparando com dezenas de comentários em redes sociais, de servidores e familiares dos mesmos, fazendo reclamações por conta do grande e dascabido atraso, pois sabemos que a Prefeitura tem dinheiro disponível suficientemente para tais pagamentos, haja vista o senhor prefeito falar isso diariamente, de que a Prefeitura tem suas reservas. Por outro lado, em um grupo de WhatsApp, na tarde desta sexta-feira (3), um dos assessores do Prefeito - além de outros defensores - justificou que a Prefeitura tem até o quinto dia útil do mês de janeiro para efetivar o pagamento, algo que, por Lei, todos sabem que procede tal informação, porém, para que o gestor fez a promessa de que pagaria aos funcionários dentro de cada mês trabalhado?

"Quero dizer da minha insatisfação por mais uma promessa não cumprida. É lamentável saber que a gente teve que passar a virada de ano roendo as unhas, sem o nosso dinheiro. Não pude programar nada. Não pude comprar nada. Não pude nem participar de confraternizações. Eu mesmo fui um dos que acreditei nas palavras do prefeito, por isso, através das promessas dele, fiz minhas programações de despesas para o final de cada mês, assim como muitos outros dos servidores. Esperamos que o prefeito cumpra sua promessa e continue pagando dentro de cada mês trabalhado, pois o mês de dezembro foi descumprido, assim como outros passados. Prefeito, promessa é dívida", ressaltou um servidor municipal, que pediu anonimato.



Durante toda a sua campanha eleitoral, Jair Bolsonaro (sem partido) prometeu “acabar com a mamata”. A promessa não durou nem até a posse. No início de dezembro, o caso Queiroz – uma mistura de milícias e desvio de dinheiro público por meio de fantasmas na Assembleia do rio de Janeiro –  foi revelado, envolvendo seu filho mais velho e senador Flávio (sem partido). Desde então, o que ficou provado nesse primeiro ano de governo é que entre kit gay, terraplanismo e olavismos, a maior fake news disseminada pelo presidente foi o “combate à corrupção”.
Abaixo, listamos 10 casos envolvendo o clã familiar:

Caixa 2 laranja

Em novembro, Jair Bolsonaro decidiu fundar o próprio partido: Aliança pelo Brasil. Após acabar com a já fraca reputação do PSL, Bolsonaro tem se esforçado para se afastar ao máximo da sigla, representada por ele nas eleições do ano passado. O distanciamento é nada mais que um recurso de Jair para abafar seu envolvimento com o “laranjal” do PSL. O partido está sendo investigado desde o início do ano por candidaturas laranjas em dois estados: Pernambuco e Minas Gerais. Algumas candidatas mulheres da legenda receberam grandes repasses do fundo partidário para suas campanhas, mas obtiveram números inexpressivos nas urnas. O esquema era comandado pelo atual ministro do Turismo, o deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), bancado por Bolsonaro no cargo apesar do “laranjal”.
Em outubro, reportagem da Folha de S. Paulo aponta que o depoimento de um ex-assessor do ministro e uma planilha apreendida em uma gráfica sugerem o desvio de recursos do esquema de candidaturas laranjas para as campanhas de Jair Bolsonaro à presidência da República e de Marcelo Álvaro a deputado federal. A prática configuraria caixa 2, movimentação de recursos de campanha sem declaração oficial à Justiça.
O ministro foi indiciado pela Polícia Federal e denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais acusado dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa. Ao invés de retirá-lo do governo, Bolsonaro resolveu dar mais poder a Marcelo Álvaro. Em novembro, a Secretaria Especial de Cultura foi transferida para a pasta do Turismo. A ação também evidencia as intenções de Jair de desmontar as políticas públicas voltadas à cultura.

Caso Marielle

No dia 14 de março de 2018, a vereadora carioca Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes foram assassinados, vítimas de treze disparos dados por dois homens que estavam em um carro ao lado. Quase 2 anos depois do crime, o caso continua sem solução. A investigação da polícia possui dois principais suspeitos: os ex-policiais Ronnie Lessa, apontado como motorista do veículo, e Élcio Queiroz, citado como autor dos disparos. À época do crime, Lessa morava no condomínio Vivendas da Barra, onde moram Jair Bolsonaro e seu filho Carlos.

De acordo com reportagem do Jornal Nacional do fim de outubro, no dia em que matou Marielle e Anderson, Lessa visitou Élcio Queiroz no Vivendas da Barra. Porém, ao chegar na portaria, o ex-policial teria dito ao porteiro que ia à casa 58, onde vive Jair.
Para piorar, o presidente declarou que pegou o áudio das ligações da portaria de seu condomínio para impedir que o material fosse “adulterado”, segundo ele. A atitude é clara obstrução de Justiça. Carlos Bolsonaro, outro residente do Vivendas, publicou vídeo em seu Twitter, rede social favorita da família, onde ele acessa todas as ligações gravadas do condomínio, colocando em risco a integridade do material a ser investigado.

Caso Queiroz

Em dezembro de 2018, Fabrício Queiroz, então motorista e assessor do deputado Flávio Bolsonaro, foi convocado pelo Ministério Público do Rio de janeiro para prestar depoimento sobre movimentações bancárias suspeitas no valor de R$ 1,2 milhão. Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informou que as transações bancárias eram “incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira” do policial reformado. O relatório financeiro também identificou depósitos de Queiroz na conta de Flávio, totalizando R$ 96 mil reais, o que levantou suspeitas sobre um possível esquema de “rachadinha”.
O ex-assessor faltou ao depoimento duas vezes, alegando ter sido “acometido por inesperada crise de saúde”. Desde então, Queiroz sumiu, teve suas relações com milicianos descoberta e continua negociando cargos na Câmara do Rio de Janeiro. Até hoje, nem ele e nem Flávio prestaram seus devidos depoimentos ao MP-RJ.
Na última quarta-feira (18), o Ministério Público cumpru um pedido de busca e apreensão contra o senador e vários outros integrantes do esquema. O pedido foi baseado em um relatório que aponta que Flávio e sua mulher, Fernanda, compraram em dinheiro vivo, de forma ilegal, dois imóveis no valor de R$ 638 mil, localizados em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro (RJ). O então deputado estadual teria usado o dinheiro proveniente da ‘rachadinha’ na compra.

FAB – Família nos Aviões Brasileiros

Em maio, o deputado Eduardo Bolsonaro  usou um helicóptero da Presidência da República para transportar parentes para o seu casamento. Os vídeos do “passeio” foram compartilhados nas redes sociais por Osvaldo Campos Bolsonaro, sobrinho de Jair.
Familiares da região do Vale do Ribeira, em São Paulo, se deslocaram de helicóptero entre o aeroporto de Jacarepaguá e Santos Dumont, próximo ao local da cerimônia. De carro, o trajeto de 35 km demora só 35 minutos mas a família preferiu fazer o uso da aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB). Nas imagens publicadas, é possível ver um grupo de 10 pessoas chegando à pista de embarque, com as irmãs de Jair Bolsonaro e o deputado federal Helio Lopes (PSL-SP), amigo pessoal do presidente.

Amor financiado pelo fundo partidário

A farra do casamento de Eduardo não se limitou ao uso do helicóptero. O deputado também usou dinheiro do fundo partidário para pagar a sua viagem de lua de mel com a coach e psicóloga Heloísa Wolf. A negociação teria sido feita pela advogada do PSL, Karina Kufa. Relatos obtidos pela reportagem da IstoÉ mostram que Kufa, contratada pelo partido a pedido de Eduardo e conhecida por cumprir diversos favores ao deputado, teria sido a responsável por acertar os detalhes da viagem de lua de mel.
Usando o nome de Eduardo, a advogada teria ligado para Antonio Rueda, vice-presidente nacional do PSL, pedindo dinheiro do fundo do partido. De acordo com a revista, Rueda teria desabafado com colegas próximos que não aguentava mais “essa mulher me telefonando para pedir dinheiro para o Eduardo”. No entanto, ele liberou o que faltava para arcar com a viagem do casal.

Câmara e faculdade ao mesmo tempo

Com apenas 18 anos, Eduardo Bolsonaro foi nomeado para um cargo comissionado na liderança do PTB em Brasília, partido de seu pai em 2003. De acordo com reportagem da BBC Brasil, o emprego exigia que o “filho 03” de Jair trabalhasse 40 horas semanais, com remuneração de R$ 3.904 por mês (R$ 9.780 na cotação atual). Só existia um detalhe: três dias antes da nomeação, Eduardo foi aprovado no curso de Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
As normas da Câmara vigentes à época determinavam que esse tipo de cargo tinha “por finalidade a prestação de serviços de assessoramento aos órgãos da Casa, em Brasília. Desse modo, (os servidores) não possuem a prerrogativa de exercerem suas atividades em outra cidade além da capital federal”.
Ou seja, durante um ano e quatro meses, Eduardo tinha obrigação de trabalhar 40 horas por semana em Brasília e, inexplicavelmente, cursou Direito no Rio de Janeiro, à 1.100 km de distância. No curso desses 16 meses, o atual deputado ganhou R$ 160 mil de dinheiro público, na cotação atual.

Parentes fantasmas

Em setembro, Carlos virou alvo de investigação do Ministério Público (MP) do estado do Rio de Janeiro por denúncias de colocar ao menos sete parentes como funcionários fantasmas em seu gabinete. Os familiares seriam contratados para a prática da “rachadinha”, deixando parte dos salários com o filho de Jair.
O esquema foi divulgado em maio pela revista Época, que revelou que Carlos empregou a madrasta, Ana Cristina Siqueira Valle, e outros sete parentes dela em seu gabinete. Esses funcionários fantasmas chegavam a devolver 90% do salário ao vereador.

Envolvimento com Itaipu

No início de agosto, deputados paraguaios do Partido Pátria Querida (PPQ) protocolaram pedido de julgamento político do vice-presidente do país, Hugo Velázquez, sob acusação de tentar beneficiar uma empresa brasileira num acordo entre os dois países envolvendo a venda de excedente de energia da hidrelétrica Itaipu Binacional. Um pedido de impeachment do presidente Mario Abdo Martinez, mas a Câmara já rejeitou o processo.
Mensagens divulgadas entre o presidente da estatal elétrica do Paraguai e José Rodríguez, assessor de Velásquez, revelaram possível participação da família Bolsonaro no esquema. Nos chats, Rodríguez tentava marcar uma reunião entre o diretor da empresa pública e representantes da empresa brasileira Leros, interessada na compra de energia paraguaia. A Leros seria representada por Alexandre Luiz Giordano, suplente do senador Major Olímpio (PSL-SP), e que falaria, segundo as mensagens, em nome da “família presidencial do país vizinho”, referência clara ao clã Bolsonaro.

Assessores de “sorte”

Logo no início do ano, surgiram denúncias contra os filhos de Jair: Eduardo usou verba da Câmara para contratar empresa de mulher de assessor, enquanto Flávio beneficiou uma assessora e parentes em seu gabinete. Tudo sempre em família.
Eduardo pagou R$ 960 à Locar1000, locadora de veículos que pertence à mulher de um assessor de Jair, pelo aluguel de um carro em fevereiro, de acordo com a revista Época. A Locar1000 pertence a Ghislaine Maria de Oliveira, mulher de Joel Novaes da Fonseca, assessor do gabinete pessoal da Presidência da República desde 18 de janeiro. Joel é velho conhecido da família, já que trabalhou com o próprio Eduardo entre 2015 e 2017.
Já Flávio, o filho mais velho, usou dinheiro do fundo partidário entregue a candidatas do PSL para pagar empresa de uma ex-assessora dele na Assembléia Legislativa do estado, segundo informou a Folha. A empresa Ale Solução e Eventos, da contadora Alessandra Ferreira de Oliveira, primeira-tesoureira do PSL carioca, recebeu R$ 55,3 mil vindos de pagamentos de 42 candidatos do partido dos Bolsonaro no Rio de Janeiro.

Mamata é tradição familiar

Desde 1991, o atual mandatário da república e seus filhos Flávio, Carlos e Eduardo empregaram ao menos 102 pessoas com algum laço familiar ou parentesco entre si, além de 37 funcionários com fortes indícios de que não trabalhavam de fato em seus cargos. A apuração feita pelo jornal O Globo evidencia velha política de cabide de empregos e o uso dos gabinetes como reduto de funcionários fantasmas.